logocc2.jpg        Definitivamente o titulo do recente trabalho de Russel Crowe deve ter sido uma ironia para com sua vida profissional, que não conta com “um bom ano”. O filme, dirigido por Ridley Scott (o mesmo de Gladiador), conta com uma bela direção de fotografia e tem como ponto forte, talvez, sua edição de som. Ademais, não se pode esperar demais do filme, uma vez que a monótona questão da produção e apreciação de vinhos já tenha sido esgotada com ‘Sideways – Entre umas e outras’ pouco tempo atrás.

A história narra a viagem de Max Skinner, Crowe, (obviamenteposter-good-year.jpg empresário frio e calculista) à Itália para receber uma herança deixada por seu avô (obviamente, um enorme vinhedo), onde conhece uma nativa local (obviamente pobre e honrada por quem obviamente se apaixona) e tia bastarda (que obviamente ameaça atrapalhar-lhe o plano de obviamente lucrar com a venda do imóvel).

Não é preciso nem insinuar como o filme termina, mas pode-se ressaltar a tecnologia utilizada no filme com acessórios como celulares e GPS integrados a automóveis, que acabam sendo os atrativos mais interessantes do filme. O filme pode ficar interessante, caso cada vez que os personagem aprecie um bom vinho, o espectador fizer o mesmo. Quem sabe não era essa a intenção dos autores?


“Você tem algo a me dizer?”
“Na verdade, tenho: Xeque-mate”
“Seu vermezinho ardiloso”