Os Seis Signos da Luz é a prova viva de como uma boa idéia pode ser mal-executada (ou apressadamente executada) e resultar em uma obra aquém de seu potencial. The Seeker: The Dark Is Rising é baseado no romance homônimo de Susan Cooper e foi uma das apostas da Fox para o fim de ano (no caso do Brasil, para o mês de férias).
Will Stanton (Alexander Ludwig) é um jovem comum, tímido, que se vê
perseguido por estranhas criaturas após comprar um simples presente em um shopping. A partir daí, lhe é revelado que o presente representa um dos seis signos que guardam o poder da luz, desenvolvidos por seus antepassados, para enfrentar o ‘mal’ (escuridão). Para ter uma chance contra os perigos que estão por vir, desenvolver poderes e manobrar o tempo, Stanton deve reunir os signos em poucos dias, contanto com a ajuda de anciãos que auxiliam em sua busca.
A idéia é boa e nada demais se espera das atuações apresentadas. Tecnicamente, o filme é interessante, com uma composição respeitável de efeitos visuais e, em especial, uma fotografia experimental prazerosa, com direito a planos inclinados e tomadas rentes ao chão, que transmitem com competência o clima de temor e perseguição pretendido, além da utilização quase simbólica da luz em diversos trechos, elevando o charme do conjunto.
O grande furo do filme está no próprio roteiro, que infantiliza ao máximo as ações do protagonista e investe nos perigo e desafio ‘rápido e fácil’, sem causar impacto real na audiência ou mesmo gerar a velha tensão do “será que ele consegue” no público que o acompanha, de forma a agradar as crianças presente pela idéia “eu conseguiria fazer igual”, mas causando certa sonolência nos adultos menos compreensivos. Recomendado para crianças.
“Como vocês esperam que eu salve o mundo se eu nem sei como falar com uma garota?”
sobre o filme, uma nave cai na Terra, no pequeno condado de Gunnison, seguida de perto por um ‘Predador’, disposto a exterminar os aliens nela contidos. Se reproduzindo à velocidade do som, os aliens começam a matança na cidade, sem poupar mulheres e crianças e cabe ao Predador mata-los, além de qualquer humano que apareça no caminho.
enquanto, nos Estados Unidos Isabella Fields El-Ibrahimi (Reese Witherspoon), grávida e desesperada, tenta descobrir o paradeiro de seu marido, desaparecido há dias.
A velha piada que imagina psicólogos, economistas, professores ou historiadores em profissões tidas como ‘inferiores’ é explorada de forma indireta em The Nanny Diaries. A antropóloga Annie Braddock (Scarlett Johansson), sem perspectivas profissionais, começa a trabalhar como babá para uma rica família do Upper East Side, em Nova York. Na empreitada, briga com sua mãe, conhece um universitário por quem se apaixona e enfrenta a pressão de seus novos patrões, mais preocupados com roupas e festas do que com o próprio filho.
No título original da trama percebemos a idéia ‘coisas que perdemos no incêndio’, em referência a uma das passagens do passado da protagonista Audrey Burke (Halle Berry). Na tradução nacional, Coisas Que Perdemos No Caminho opta por uma visão mais contemplativa da relação fatos-dores-arrependimentos, sem se prender em um evento específico da trama. A idéia não é descartável, mas por certo não sugere o ponto máximo da simbologia crua utilizada pela diretora Susanne Bier e representado pelo titulo original.
decide continuar o ideal de seu companheiro: ‘salvar Sunborne’. O que se desenvolve daí para frente é basicamente um jogo de redenções e simpatias que servem de pés para a ‘família’ envolta pela tragédia.
estilos e sons de uma sociedade jovem, com direito a gírias e entonações que, em certos momentos beiram o patético.