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[ALGO COMO A FELICIDADE] SEQUÊNCIA MOMENTOS…

 Ao explorar os espaços em ruínas para representar a quebra das relações familiares-amorosas, “Algo Como a Felicidade” (Stestí, República Tcheca; Alemanha, 2005) mostra, sutilmente, a seus personagens uma maneira de transpor as adversidades, em meio aos escombros, e adaptar-se às mudanças que não podem mais ser ignoradas. . 

[OS ANJOS EXTERMINADORES] DEMÔNIOS… 

Os realizadores (os chamados gênios do Surrealismo) viam o movimento como uma arma revolucionária do pensamento e das atitudes na arte, na vida, na crença. O que é essa pregação de ‘mudar de vida’ para os Surrealistas? O que quer dizer transformar a ordem das coisas? Buscar novas formas de prazer? Um algo sobrenatural. Ver o mundo como algo irreal ou supra-real. Movendo céus e terra para realizar um desejo. A insubmissão das normas. É isso que propõe o filme de Jean-Claude Brisseau.

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[QUERÔ] SORTE E AZAR 

Em Querô: uma reportagem maldita (1960), livro de Plínio Marcos, o autor descreve no romance uma história no plano literário que é adaptada e levada ao cinema pelo roteirista e diretor (estréia) Carlos Cortez, que indica como é a organização cinematográfica na tela, mantendo-se o caráter ideológico da obra.  

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[SANEAMENTO BÁSICO] METALINGUAGEM… 

Jorge Furtado explora em seu curta-metragem “Ilha das Flores” (Brasil, 1989) uma temática mais amarrada a informações – um tanto didáticas – e explora a miséria do ser-humano contradizendo-se ao título proposto. Mas em “Saneamento Básico” (Brasil, 2007), seu mais novo trabalho, a temática volta-se para o conceito sociedade-conscientização dos direitos e deveres enquanto morador de um determinado local (seria isso mesmo…?). Mas também pode-se dizer que o título não é a cópia fiel do desenvolvimento do longa-metragem.

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Outros Destaques.

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[DIAS SELVAGENS] UMA SENSAÇÃO DE INCOMPLETUDE…  

Dias selvagens (A Fei Jing Juen / Days of Being Wild, Hong Kong, 1991) é um chavão de uma categoria incrível e que faz com que, aos poucos, nos apaixonemos pela insistência de repetição de uma frase pronta e de uma cena corriqueira que ganha amplitude devido ao uso constante de elipses, diálogos os mais comuns possíveis. Mas essa paixão acontece em um minuto como no começo do filme que, ao seduzir Su Lizhen (Maggie Cheung), Yuddy (Leslie Cheung) diz que  eles sempre se recordarão daquele minuto que passaram juntos.   

Relação Completa CultCrítica

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